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CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!

 

Sim, Cristo Ressuscitou!

Não o procuremos no sepulcro, pois já não está lá, nem entre os mortos, porque agora Ele está vivo para sempre.

Celebrámos o seu nascimento e imaginámos o seu percurso de crescimento, até fazer-se homem. Habituámo-nos, ao longo do tempo litúrgico, a vê-lo na sua forma plenamente humana, trabalhando, caminhando pelas estradas da Galileia, ensinando, rezando, tocando e curando doentes, realizando milagres, comendo, bebendo, sofrendo. Vínhamos embalados nessas maravilhosas narrações que nos interpelavam. Acompanhámos nestes dias os passos dolorosos da sua paixão, vimo-lo morrer na cruz, e ser sepultado.

E agora? Fica só a saudade? Como podemos voltar a vê-lo? Ouvi-lo? Tocá-lo?

Não fiquemos atónitos, como os discípulos na manhã de Páscoa, quando o procuraram no túmulo, entre os mortos. Não desanimemos, nem voltemos as costas como os de Emaús. Não!

Estejamos atentos aos sinais que nos deixou, pois são esses agora a sua manifestação: não o lençol ou a pedra removida, mas a Palavra, o Pão, os Sacramentos, os acontecimentos portadores de mensagens. Estejamos atentos aos sinais da gratuidade, da generosidade, do serviço, do Amor. Melhor ainda: sejamos nós esses mesmos sinais, vivos e visíveis, pelos quais Deus se faz presente aos homens e mulheres de hoje, para que possam também eles acreditar que o Senhor ressuscitou, alegrar-se com a boa notícia e aceitá-lO nas suas vidas.

Porque Ele agora vive dentro de cada um de nós.

Aleluia!

Ir. Ilda Tomás

Superiora geral

 
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DOMINGO DE RAMOS

O GRANDE PORTAL DE ENTRADA NA SEMANA SANTA

SEMANA em que o Senhor Jesus caminha até ao ponto culminante da Sua existência terrena. Ele sobe a Jerusalém para dar pleno cumprimento às Escrituras e ser pregado no lenho da cruz, o trono de onde reinará para sempre, atraindo a Si a humanidade de todos os tempos e oferecendo a todos o dom da redenção.

Nesta Semana somos chamados as seguir o nosso Rei que escolhe cruz como trono; somos chamados a seguir um Messias que não nos garante uma felicidade terrena fácil, mas a felicidade do céu, a bem-aventurança de Deus. Bento XVI

 

 
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Aconteceu!...

Hoje foi um dia histórico em Santa Cruz, não só pela inauguração do conjunto escultórico de homenagem à Irmã Mary Wilson, que o povo chamava de Boa Mãe, mas também porque foi a primeira vez que este concelho recebeu a visita de um Cardeal, concretamente do Cardeal Manuel Monteiro de Castro. A inauguração do monumento, que está no Jardim Municipal de Santa Cruz e é da autoria do escultor Luís Paixão, contou ainda com a presença do Bispo do Funchal, do presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, do secretário regional da Educação e de outras individualidades.
Filipe Sousa presidente da Câmara Municipal deixou claro o carácter histórico do momento, pela presença de tão alta individualidade da Igreja Católica, mas também pelo que representa perpetuar o trabalho de uma grande mulher, que muito fez pela comunidade e que sempre gostou de estar ao lado do povo e das dificuldades que este sentia. Por isso, o autarca, e numa alusão indirecta ao facto do PSD se ter manifestado contra a colocação daquele monumento no jardim, disse que o bem não tem preço e que com este gesto quis a Câmara Municipal de Santa Cruz lembrar que os seus responsáveis estão na política para procurar o bem para a população, o que é imprescindível, nomeadamente em tempos de crise como o que vivemos actualmente.
Filipe Sousa destacou a grande moldura popular presente no acto, dizendo que o povo desceu das montanhas para prestar homenagem a uma grande mulher, que muito fez pelos que mais precisavam e que esse é um papel que a Câmara deve valorizar.
Aliás, refira-se que o papel da câmara ao aprovar a colocação do conjunto escultórico no Jardim Municipal foi relevado não só pelo escultor Luís Paixão, pelas Irmãs mas também pelo Cónego Carvalho, que fez votos para que a autarquia continue o bom trabalho em prol do povo.
O Bispo do Funchal, D. António Carrilho também elogiou o trabalho da Irmã Mary Wilson, fundadora das Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias, dizendo que foi "uma grande apóstola de clínica geral", porque esteve sempre lá para o que era preciso. Disse ainda que a estátua deve não apenas lembrar o legado da irmã, mas também servir de estímulo e de exemplo para todos os que tiverem vontade de ajudar e tiverem bom coração.
Refira-se que todo o investimento com a estátua da Irmã Mary Wilson esteve a cargo das Irmãs de Nossa Senhora das Vitórias.

 

 
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O Estilo de Deus

 

Deus tem estilo, quem o diz é o Papa Francisco na sua mensagem para a Quaresma. Mas antes do Papa, já o próprio Jesus o mostrou e Paulo o escreveu e rezou (Fil 2,5-11).

O estilo de Deus é muito próprio, especial. Tem arte e beleza. Mas obedece a uma lógica bem diferente da que nos é habitual, faz ver as coisas ao contrário:

Se pensamos em subir, Ele propõe-nos descer;

Se sonhamos grandezas, Ele fala em pequenez;

Se aspiramos por honras e privilégios, Ele aponta-nos a humildade e o serviço.

Os termos com que o Papa nos fala deste Estilo de Deus são, por si só, ilustrativos, mostram-nos como o próprio Deus percorreu uma escada descendente até atingir a humanidade:

Desceu

             Aproximou-se

                                    Despojou-se

                                                          Esvaziou-se

E descendo esta escada, Jesus apresentou-se no mundo com um estilo desconcertante de fragilidade e pobreza, para nos enriquecer.

Enriquecer como? Com quê, se Ele se fez pobre?! Com a única coisa válida, o amor, a única riqueza de que Ele nunca se despojou:

O amor que faz confiar em Deus Pai, como Ele confiou plenamente;

O amor que não suporta andar carregado e pesado e por isso se despoja de tudo o que impede ou sufoca a liberdade da entrega;

O amor que vê a miséria do irmão e se aproxima, toca, cuida, alivia, salva;

O amor que anuncia a esperança e a vitória.

É este o estilo de Deus, o amor que se faz pequeno, pobre, simples, para nos enriquecer, para nos engrandecer e elevar à sua medida.

Vamos fazer o mesmo percurso neste tempo belo e rico de aproximação de Deus e dos irmãos? Comecemos já.

 

Irmã Ilda Tomás

 
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Especial Dia dos Consagrados

para a Congregação

A Semana do Consagrado, organizada pela CEP e pela CIRP, que se realiza nas dioceses e paróquias, comunidades cristãs e religiosas, e que visa reconhecer a importância da “vida religiosa consagrada”, termina no dia 2 de Fevereiro de 2014.

Na diocese do Funchal, esta Semana vai culminar com uma solene celebração eucarística na Sé do Funchal, também dia 2 de Fevereiro, às 16:00h, presidida pelo Cardeal D. Manuel Monteiro de Castro, da Congregação para as Causas dos Santos, a convite do Bispo do Funchal e em concordância com a Congregação, será também uma Eucaristia de ação de graças, pela aprovação das Virtudes Heroicas da Irmã Wilson, declarada “Venerável” pela Santa Sé.

Do programa de atividades que a Congregação está a desenvolver consta ainda: uma homenagem à Irmã Wilson no jardim municipal de Santa Cruz, Madeira, com a inauguração do grupo escultórico intitulado a “Boa Mãe”, dia 2 na parte da manhã; um painel no dia 14 de Fevereiro, na Igreja do Colégio, Funchal, com o tema geral: “Uma heroína para o nosso tempo”, desenvolvido através de conferências intituladas: Heroicidade da ação apostólica e sentido eclesial da Irmã Wilson, por D. Maurílio de Gouveia, Arcebispo Emérito de Évora; Heroicidade da Irmã Wilson para com os pobres, por Pe. David Quintal, scj; Heroicidade da caridade da Irmã Wilson para com os doentes, por sr. Bonifácio Gomes e Heroicidade da caridade da Irmã Wilson para com as Irmãs, por Irmã Mª da Conceição Pena, IFNSV.

 
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Pensamento do dia

“Deus assim o permitiu, por fins só d’Ele conhecidos; não podemos senão curvar a cabeça, adorando e esperando que a Sua Omnipotência tire o bem do mal”.
Mary Jane Wilson